Ajudando crianças a lidarem com pensamentos difíceis!
Você sabia que nem sempre o que muda primeiro é o pensamento? Muita gente acredita que basta “pensar positivo” para se sentir melhor, para promover mudanças — mas, na prática, não é bem assim.
Na verdade, é o comportamento que costuma vir antes — e é ele que muda e transforma, aos poucos, a forma de sentir e de pensar.
Pense nas crianças que dizem:
“Eu não sou capaz.”
“Eu nunca acerto.”
“Não adianta tentar.”
Esses pensamentos não desaparecem só porque dizemos o contrário.
Frases como “claro que você consegue!” ou “acredite em você” têm boas intenções, mas raramente são suficientes.
É preciso que as crianças vivenciem situações reais de sucesso, superação e prazer em perceber que conseguem de verdade. É isso que impacta o que elas sentem e pensam sobre si mesmas e suas competências.
Na terapia comportamental, o foco não está em mudar o pensamento diretamente, e sim em criar experiências concretas que provem o contrário.
E como fazemos isso?
- Propondo pequenas tarefas em que a criança se saia bem.
- Reforçando cada conquista — mesmo aquelas que parecem simples.
- Desenvolvendo novas habilidades que mostram, na prática: “Ei, eu consigo!”
Quando o comportamento muda, o sentimento muda junto —
e o pensamento se reorganiza naturalmente. A criança começa a se ver de outro jeito: mais confiante, mais competente e mais motivada.
Na Terapia Criativa, criamos experiências assim todos os dias: vivências que fortalecem o emocional, aumentam a autonomia e geram resultados reais no cotidiano das crianças e adolescentes.
Quer aprender como estimular isso em casa, no dia a dia com seu filho?
Entre em contato com nossa equipe — será um prazer conversar com você!
Psic. Samira Khaled Saleh
CRP 08/12112
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Referências:
Lara, A. C. D., Carvalho, T. M., & Teodoro, M. L. M. (2021). Relações familiares e cognições disfuncionais de adolescentes: uma revisão sistemática. Revista Psicologia em Pesquisa, 15. Acesso: https://doi.org/10.34019/1982-1247.2021.v15.29297
Moura, C.B. & Venturelli, M.B. “Direcionamentos para a condução do processo psicoterapêutico comportamental com crianças”. Paideia (Ribeirão Preto), vol.14, n.29, 2004. Acesso: https://rbtcc.com.br/RBTCC/article/view/62/51
Tavares, H. L. S. (2011). Crenças disfuncionais: semelhanças entre pais e filhos [Monografia de Especialização, Universidade Federal de Minas Gerais]. UFMG Repositório. Acesso: https://repositorio.ufmg.br/server/api/core/bitstreams/594e845c-b78e-49bd-a323-5a5e4b1a4245/content





